sexta-feira, 6 de maio de 2011

Minha Sogra é um Fantasma

                                 Personagens  
Sogra: Esperança (Flávia): Genro: Ricardo (Dantas): 
Filha da sogra: Ellen (Vanessa): Neta, filha do genro: Cristina (Talita): 
Empregada: Caroline (Janiele) Viviane Substitui a Janiele:  Filho do genro: Diogo (Jonathas)

Os filhos estavam tomando café e estavam Conversando entre si.
Cristina (Talita): Nossa! Tá muito difícil essas prova. 
Diogo (Jonathas): Eu disse desde o começo do ano pra ocê chorá nos pé da Vó pra ela pagá sua faculdade no INTA. Ocê sabe que a única que tem dinhêro nessa casa é ela. 
Cristina (Talita): É, mais, coitada da Vó, ocês exploram muito. Desse jeito ela vai à falência. 
Diogo (Jonathas): É por isso que eu vô pedí aumento de mesada ao Pai e a Mãe. Óia só, bulacha de água e sal e café com leite pra Mãe, e pru Pai. Hiiii... Pur precaução bulacha amantegada com suco pra Vó. 
Cristina (Talita): Que banquete é esse? E o meu? Cadê? 
Diogo (Jonathas): O Teu? (Risada Horrível) Tu ainda vives aqui? Por que tu num toma café na cantina da faculdade? Só vive lá! O banquete é só pra quem tem dinhero. 
Cristina (Talita): Nossa tu é muito, ganancioso. 
Diogo (Jonathas): Não, minha filha. Quando numse tem dinhêro, pensa sempre nele. Quando se tem se pensa somente nele. Um homi de sucesso é o que ganha mais dinhêro do que sua muié consegue gastá. Uma muié de sucesso é a que consegue encontrar um homi desses. Isso são princípios. Eu tenho muitos gasto. 
Aí a Vó chega bem na hora que eles estão falando de dinhêro e rapidamente, o filho muda de assunto. 
Diogo (Jonathas): Intão né Cristina... A televisão é mais interessante que as pessoas. Se numfosse, teríamos pessoas colocadas nos cantos da sala, em lugar da TV. 
Esperança (Flávia): Porúm momento eu achava que ocês tavam falano de dinhêro. 
Daí a vó senta e arrocha na comida. O pai e a mãe entram e sentam-se à mesa. É nesse momento que o filho começa a apresentação para o aumento de mesada. 
Diogo (Jonathas): Olá, família. Tudo bom com ocês. 
Ellen (Vanessa): Nossa, vejo que ocê caprichô no café heiim! 
Diogo (Jonathas): É pessoal... Bom, vamu agora mastigá e prestá atenção aqui (daí eu mostra o cartaz), aqui ocês podem vê que mêis passado tive uma “CRISE” Financera, dificuldades em Comprá meu acessórius, roupas e etc. Bom, somando o gasto de ropas + Acessórios + Pôster. Da o total de uns 500,00R$ Só de mesada, intão Pai e Mãe...
Ricardo (Dantas) e Ellen (Vanessa): É Não (Na mesma hora)
Diogo (Jonathas): Intão, Vó que ocê acha? 
Esperança (Flávia): É Meu Neto ocê sabe que te amo muito, Mais Numvenha com esta historia... 
Diogo (Jonathas): Ah Vó, por quê? Eu lhe amo tanto e ocê tá tão linda. 
Ricardo (Dantas): Mas de fato (bem baixinho). 
Caroline (Janiele): É... Vocês discursando sobre dinheiro e eu ganhando 5,00R$ + Um pacote de balinha por Mês. E olha, eu ainda tô pagando essa Vassoura. Que vocês nem pra isso servem. 
Cristina (Talita): É Ocês ficam ai conversando que eu vô é istudar (Talita sai.) 
Ellen (Vanessa): Vá com Deus minha filha. 
Esperança (Flávia): E num arrume um Namorado, Nos Meio dos Bares e volte buchuda que nem a sua mãe e esse Vagabundo do seu Pai... Porquê Homi é igual relógio: depois do primeiro defeito, nunca mais anda direito. 
Ricardo (Dantas): Eu Também te amo muito minha sogra... (Baixinho) Há que essa jararaca desse um treco e morresse. Caroline (Janiele): Se eu fosse ocê num falaria mal da nossa mina de ouro. 
Ricardo (Dantas): Mais eu quero é que ela morra pra mim ficá com a fortuna dela. 
Caroline (Janiele): Digo o mesmo.
  Nesse momento a Ellen (Vanessa) está conversando com a Esperança (Flávia) 
Ellen (Vanessa): Mãe ocê tá gostanu do café? 
Esperança (Flávia): Tô sim tá Ótimo. 
Ellen (Vanessa): Que bom. 
Nesse momento a sogra está comendo, sentada na cadeira e fingi se engasgar. 
Ellen (Vanessa): Mãe! Mãe! Ricardo venha aqui, a Mãe está passando mal. 
Ricardo (Dantas): Ela Deve tá engasgada...  (Baixinho) há que bom! 
Começa uma Musica instrumental bem agitada Dá inicio a uma grande confusão. A mãe entra em desespero e o pai fingiu entrar em desespero e demonstra que vai ajudar. Mas na verdade o pai pega com as duas mãos no pescoço da Esperança como querendo sufoca-la. O pai balança a cabeça da Esperança pra lá e pra cá. De repente a mãe pula nas costas do pai e fica querendo tirar o pai do pescoço da Esperança. Todos caem no chão, inclusive a Esperança. Nesse momento para a musica. Fica todo mundo em silencio por alguns segundos. O pai levanta a cabeça e dá uma risadinha maliciosa. Todos começam a ficar de pé. No velório enquanto Ellen (Vanessa) está triste pela morte da mãe Ricardo (Dantas) fica com a mão sobre o ombro da Mulher fingindo que está triste com a perda da sogra, daí o filho Retardado Diogo (Jonathas) Fica com a mão na cara para não ver o defunto. 
Ricardo (Dantas): Por que ocê tá com essa mão no rosto Diogo? 
Diogo (Jonathas): É pra eu num vê a véia, vai que ela abre o olho e olha pra mim. 
Ricardo (Dantas): É Mesmo né. A véia já era feia viva imagine Morta! Vamu cuidá de arrumá uma caixão pra véia. 
Daí todo mundo sai e a véia se Levanta aí ela fala. 
Esperança (Flávia): Oh coisa quente Eu heim! Agora eu vô me vingá desse sangue suga e aquela catatua! 
E sai.  No dia seguinte  antes de todo mundo sair de casa,  encontram a filha sentada a mesa, e num sabe o que aconteceu, o pai e o Filho decidem quem vai falar pra a Cristina que a Avó morreu. 
Ricardo (Dantas): Acho que eu devo dizê a ela? 
Cristina (Talita): Dizê o que gente? O que aconteceu que eu num soube? 
Diogo (Jonathas): Não Pai, é melhor eu dizê. Cristina sabe a Vó Esperança? 
Ricardo (Dantas): Aquele bola de gordura cheia de ruga que roncava mais cão. 
Cristina (Talita): Sim sei, que ela tem? 
Diogo (Jonathas): Ela Morreu, teve uma morte Horrorosa, ela morreu engasgada ela morreu, morreu que nem o seu cachorro. 
Cristina (Talita): Meu Cachorro Morreu? 
Diogo (Jonathas): Sim eu Atropelei ele quando tava entrano na garagem, todo mundo que ocê ama está morrendo. 
Daí o Pai tira o filho da sala empurrando ele. Mais o Pai fica em casa e resolve tomar mais um pouco do café e  festejar a morte da velha depois começa ler o jornal quando ela aparece. 
Esperança (Flávia): Ricardo o que tu fazes aqui?  Parece que num trabalha e ainda se caga de meduuuu.
A Sogra Esperança se esconde e a empregada chega. 
Caroline (Janiele)- ( Dá um grito de medo e fica paralisada como se tivesse visto um fatasma.) 
Ricardo (Dantas): Pra que este grito? 
Caroline (Janiele): Acho que estou delirando. 
Ricardo (Dantas): Tu já tá beba de novo? 
Caroline (Janiele): Não. O senhor está igual a dona Esperança falando que estou bebada... 
Ricardo (Dantas): Num fala o nome dessa Coisa Ruim aqui não! Assombração quero bem distante de mim. 
Caroline (Janiele): Iiiih! Você está se sentindo bem? 
Ricardo (Dantas): Sim eu tô muito bem, tô Ótimo 
Caroline (Janiele): Melhor agora o senhor é o dono da casa. O poderoso chefão. 
Começam a discutir sobre a Herança 
Caroline (Janiele): É Patrão, já que a gente está Falando de dinheiro, Vamos combinar uma coisa?  O Dinheiro fica com o senhor e a casa fica comigo. 
Ricardo (Dantas): Não, eu continuo com a Casa, mais tu ficas com 20% Da Herança. 
Caroline (Janiele): Não, eu quero ficar com pelo menos 80% de tudo. 
Ricardo (Dantas): Não, 80% não, 50% pelo menos. 
Caroline (Janiele): Não. Melhor 90%. Você quer que eu fique com a casa? Você é quem escolhe. 
Ricardo (Dantas): Não eu fico com 90% mais a casa e tudo mais... 
Caroline (Janiele): haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa chega, Só tem doido nesta casa eu vô lavar minhas louças que é o melhor que eu faço...
Ela Sai da Sala e o Ricardo fica tentando ler o jornal quando a Sogra aparece novamente. 
Ricardo (Dantas): Chiiii ela tá estressadinha demais. (depois começa a ler a notícia no jornal) “... A Taxa de Desemprego está Crescendo...” haa Eu num vo me preocupar com isso agora, eu sô rico  hahahaha.
(Ricardo começa a dormir na sala. Esperança aparece atrás dele. Ricardo pensa que está sonhando com a sogra. Mesmo dormindo começa a falar com ela, como se estivesse sonhando). 
Esperança (Flávia): Hahaha Ganancioso como sempre, Eu Achava que ocê Era um Homen direito. 
Ricardo (Dantas): Eu sô direito. 
Esperança (Flávia): Ah ainda bem. Por que eu achava que quem tinha pegado os 50.000,00R$ Da minha bolsa pra gastar em coisas Inúteis tinha sido ocê, por que eu até hoje eu to procurando esse Ladrãozinho. Por que quem suber quem pegô eu vô dar uma recompensa de 1.000.000,00R$. 
Ricardo (Dantas): Eu sei quem foi eu sei, eu sei, eu sei. 
Esperança (Flávia): Ah é? E quem confessá vai ganhar 2.000.000,00R$. 
Ricardo (Dantas): Fui eu, eu, eu. 
Esperança (Flávia): Humm! E Ocê sabe quem foi que destruiu com o meu Carro batendo no poste? 
Ricardo (Dantas): Fui eu. E nesse eu ganho quanto? 
Esperança (Flávia): Agora eu vô dar 8000.000,00R$ pra quem confessá que robô minhas Jóias de dentro da minha Bolsa. 
Ricardo (Dantas): Bem se Tivaer sido eu não lembro não, mais qualquer coisa eu aviso... 
Ai chega a Família fazendo barulho e a Vó entra em desespero, pra vê por onde vai sair daí a Vó Cai, o Ricardo acorda e o filho chega e... 
Diogo (Jonathas): Vó? 
Esperança (Flávia): Oi Pessoal, tudo bem? 
Diogo (Jonathas): Vó. Tava tão sumida, tava onde? 
Ellen (Vanessa): Mãe Ocê ta Viva? 
Ricardo (Dantas) Mesmo assustado diz: Isso é um grande pesadelo. Me belisca. 
(Diogo belisca o Ricardo e Ricardo grita.). 
Esperança (Flávia): É mais fiz isto pra o nosso próprio bem olhe só isto daqui (a Esperança mostra a Gravação) 
Ricardo (Dantas): A sua Véia traidora?    
Ricardo vai pra cima da sogra mas todos seguram Ricardo para ele não bater na sogra). 
Ellen (Vanessa): Mãe como ocê pode fazer isso comigo? Deixando eu em Pânico eu os Prantos de choro?Esperança (Flávia): É filha mais eu Desmascarei esse Pilantra. 
Nesse momento todos os personagens ficam congelados. Começa a tocar uma MUSICA QUE FALE SOBRE PERDÃO. Entra outra pessoa que não está na peça e declama esse poema: 

A Força do Perdão    Perdoar É muito mais que estender a mão
E dizer eu te perdôo meu irmão Usar a voz é fácil apertar a mão também O difícil é revelar o coração Mas se o coração perdoa é fácil perceber Pois o coração é cúmplice do olhar Perdão que sai do coração É jóia rara de encontrar E está na sinceridade de um olhar/ Se eu te machuquei, reconheço que errei só agora percebi quanto mal eu te causei Como vou falar de amor se eu não souber amar Eu preciso de você para me ensinar Eu me arrependi e revelei meu coração Agora é sua vez de me ensinar uma lição Preciso de você pra conhecer a dor ou conhecer a força do perdão.
 

Esperança (Flávia): Apesar de tudo eu Perdou. Por que o mais Importante é a gente ter Paz e Sermos uma família feliz e Unida.   ( A sogra e o Genro se Abraçam)
 Esperança (Flávia): A Paz a esperança e esteja aqui entre todos nós... Por que a Esperança...  
TODOS: É a Ultima que Morre.  
Todos começa se abraçar e se confraternizar enquanto toca a Música A PAZ de Roupa Nova.  SUGESTÕES--> Todos os personagens estão vestidos com roupas sociais e falam como caipiras.    A empregada é a única que está vestida com roupas velhas e rasgadas, com pintas no rosto e um dente pintado de preto. É a única que não fala como caipira. 

É preciso pensar um pouco nas pessoas que ainda vêm Nas crianças A gente tem que arrumar um jeito De achar pra eles um lugar melhor. Para os nossos filhos E para os filhos de nossos filhos Pense bem!    Deve haver um lugar dentro do seu coração Onde a paz brilhe mais que uma lembrança Sem a luz que ela traz ja nem se consegue mais Encontrar o caminho da esperança Sinta, chega o tempo de enxugar o pranto dos homens Se fazendo irmão e estendendo a mão Só o amor, muda o que já se fez E a força da paz junta todos outra vez Venha, já é hora de acender a chama da vida E fazer a terra inteira feliz Se você for capaz de soltar a sua voz Pelo ar, como prece de criança Deve então começar outros vão te acompanhar E cantar com harmonia e esperança Deixe que esse canto lave o pranto do mundo Pra trazer perdão e dividir o pão./ Quanta dor e sofrimento em volta a gente ainda tem, Pra manter a fé e o sonho dos que ainda vêm. A lição pro futuro vem da alma e do coração, Pra buscar a paz, não olhar pra trás, com amor. Se você começar outros vão te acompanhar E cantar com harmonia e esperança. Deixe que esse canto lave o pranto do mundo Pra trazer perdão e dividir o pão. 


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